MARIA BONITA, a primeira mulher que, por vontade própria, passou a fazer parte do grupo de cangaceiros, liderado pelo mais famoso deles - Lampião ("Rei do Cangaço" ou "Imperador do Sertão").
Seu nome de batismo era Maria Gomes de Oliveira, mas antes de entrar no bando tinha outro apelido, pois era chamada por todas as pessoas que a conheciam de Maria Déia.
Seu nome de batismo era Maria Gomes de Oliveira, mas antes de entrar no bando tinha outro apelido, pois era chamada por todas as pessoas que a conheciam de Maria Déia.
De origem muito humilde, nasceu e foi criada em Santa Brígida, em um pequeno sítio da família, no sertão nordestino do estado da Bahia.
Como acontecia com todas as moças do seu tempo - naquelas paragens inóspitas - muito cedo, aos 15 anos de idade, foi induzida a casar com um sapateiro do lugar e teve uma relação de casamento muito tumultuada, pois, constantemente, depois de qualquer desentendimento que houvesse entre os dois ela era violentamente espancada. Era comum, portanto, que todas as vezes que ela passava por essa situação de violência doméstica, procurasse refúgio familiar, sendo sempre acolhida pela mãe e o pai.
Numa dessas ocasiões, depois de mais um episódio de espancamento por parte do marido, ela evadiu-se de casa. Aí, então, aconteceu o encontro dela com Lampião, daí por diante, seu companheiro de aventuras no cangaço.
Então em 1929, ao passar pelo sítio eles começaram a se enamorar e para se juntarem foi apenas um passo. Desse dia em diante ela o acompanhou nas jornadas perigosas, em meio à caatinga, por todo o resto de sua vida e tornou-se tão famosa quanto ele.
Entrou para a famosa história do banditismo como a Rainha do Cangaço.
Entrou para a famosa história do banditismo como a Rainha do Cangaço.

Mulher bonita, forte e de grande coragem! Pena que foi para o lado do banditismo!
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